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Introdução

Página Inicial | Introdução | Técnica 1- Exposição da garganta ao Sol. | Técnica 2 - Fricção | Técnica 3 - Reversão | Técnica 4 - Hiperventilação nasal | Quadro-resumo das técnicas | Principais doenças respiratórias e as técnicas | Antibióticos, fármacos e automedicação | Apêndice: a gripe das aves | Fundamentos científicos

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A doença mais comum do mundo, o resfriado, sempre foi um dos maiores mistérios para a ciência e para a medicina, levando-nos a formular quatro questões fundamentais ainda não muito bem esclarecidas:

 

          1- Como pegamos um resfriado ? 

 

          2- Por que pegamos tão rapidamente um resfriado, de um instante para outro, contrariando o padrão normalmente mais lento das infecções na natureza?

 

          3- Por que mesmo em contato com  pessoas  resfriadas, em aglomerações ou ambientes confinados não ficamos doentes e, de repente, em outras ocasiões, contraímos um resfriado, sozinhos, na montanha, em ambientes vazios e muito mais assépticos, ou seja, teoricamente com menos vírus?

 

           4- Os fatores climáticos ou ambientais, como o frio, ventos, correntes de ar,  exposição a ventiladores, ar condicionados, etc.., afinal, predispõem ou não aos resfriados e gripes?

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ex. de fator predisponente

Em 1976,  ao final da exposição de  uma  aula de pós graduação sobre microbiologia médica, tive a oportunidade de indagar ao professor  se   os  fatores climático-ambientais influíam ou não na etiologia ou na causa das infecções respiratórias. O mestre,  antes muito seguro em  suas  assertivas,  meio que hesitante, respondeu: "meu filho,  eu  preferia   que você não tivesse feito esta pergunta;  alguns cientistas acham que  sim, outros  que  não..." 

Pela  resposta evasiva e  meio  irônica  do  meu professor,  pode-se imaginar a grande dificuldade deste assunto e  até hoje,  os bons livros-textos científicos ainda  afirmam que os fatores climáticos ou ambientais nada têm a ver com o fato de ser pegar um resfriado.

 

Recentemente, pesquisadores ingleses concluíram que o frio realmente predispõe aos resfriados, dando apoio às teses  e  às  terapias  alternativas aqui apresentadas, que  vêm  sendo  objeto de  nossas pesquisas   e   testes  realizados  há  vinte  anos  e que são fundamentadas  também  nesta  importante  premissa.

Como veremos, não somente o frio favorece as infecções respiratórias,  mas,  também, vários fatores climático-ambientais a que somos constantemente expostos.

 

Todos os anos, só nos EUA, morrem de 10 mil a 40 mil pessoas de gripe, geralmente nas épocas mais frias e os óbitos ocorrem principalmente entre os idosos. São mais de 20 milhões de consultas médicas, mais de 80 milhões de horas de trabalho perdidas e mais de 50% de ausências escolares por ano devido aos resfriados e à gripe,  causando enormes prejuízos  financeiros  à sociedade.

Na Grã Bretanha, ocorre mais de 200 milhões de casos de resfriados e gripes por ano e os britânicos gastam mais de 300 milhões de libras, principalmente no frio, com a compra de remédios  para combater as doenças respiratórias. Estes remédios, em sua maioria, só servem para aliviar os sintomas da doença e,  infelizmente, este quadro perdura até hoje.

 

Resfriados  e gripes  são, então, um grave problema de saúde no mundo todo e, de longe, as maiores causas de doenças infecciosas em humanos: ocorrem quinze casos de resfriados e dois de gripe para cada doença infecciosa no mundo. 

Há algum tempo, uma autoridade médica inglesa, a “Government’s Common Cold Unit”, entidade governamental britânica encarregada de estudar o resfriado,  após  trinta anos de pesquisas,  só conseguiu dar um único conselho às vítimas do mesmo:  que fossem para a cama e repousassem bastante.

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Entretanto,  pelo  que   veremos,   eu  não  diria  que  o repouso é   o  único conselho   a   ser  dado.  Este,  apesar de ajudar, quando excessivo  e  nos casos de  gripe,  pode favorecer  o aparecimento das complicações pulmonares, como a  pneumonia.   Atualmente,  daria  muito    maior   ênfase   ao  calor,  sendo  este,  realmente,    a   principal  arma natural  contra  os resfriados,   gripes e  todas  as  suas complicações. 

Isto pode até parecer meio óbvio, mas, alguns médicos baseados na literatura  ainda afirmam que os fatores climáticos/ambientais nada têm a ver com o fato de se pegar gripes e resfriados, contrariando  perigosamente as recomendações dos pais de que  seus  filhos não devem  se expor ao frio e à chuva para não pegar estas doenças.

 

De fato, existe   um grande  mal  entendido quanto a tudo  isto, fundamentado em experiências feitas  ainda numa época em que os conhecimentos sobre essas doenças eram   insipientes. E tudo isto  é  também  corroborado pelo fato dos resfriados e gripes serem realmente causados pelos vírus, só que, como veremos,  a entrada destes microrganismos  em nosso organismo  depende dos   citados fatores clímáticos-ambientais relacinonados à integridade das mucosas.

Estes fatores climático-ambientais  atuam na superfície do  nosso corpo como um todo, influenciando a membrana  mucosa do sistema respiratório, principalmente a mucosa da orofaringe ou da garganta, que  está intimamente  relacionada  às alterações físicas que ocorrem na superfície do corpo.

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Então, o grande  segredo  para  que  uma pessoa saudável  conseguisse  permanecer  quase sempre  imune, pelo menos aos resfriados,  seria manter o corpo protegido do frio e das oscilações climáticas, como  numa  estufa   aquecida, ou então,   com  o  tempo sempre   estável,  a sol pleno  e  sem as instabilidades ocasionais do ambiente, tais como:  frentes frias, umidade excessiva, ventos, correntezas,  ventiladores, ar condicionados  e  todas  as  alterações bruscas de temperatura a que estamos constantemente expostos.

Podemos  afirmar que  todos esses  fatores climáticos  ou ambientais,  se não são os agentes causadores de resfriados e gripes, são fatores predisponentes importantes e decisivos para se pegar estas e outras  infecções respiratórias que, na verdade, são causadas pelos minúsculos  vírus (resfriados e gripes)   ou   por  outros agentes infecciosos,  como  as  bactérias  (pneumonias, amigdalites e meningites).

 

Sabe-se, hoje,   que durante os meses de inverno ocorrem em média de 6 a 8 resfriados  por dia por grupo de mil pessoas.  Entretanto,  no verão,  este número cai aproximadamente  à  terça  parte.

No auge do verão tropical e sem a entrada de frentes frias, a redução seria ainda mais drástica.  Por que será que isto ocorre? Será que a virulência dos vírus e das bactérias não é a mesma no verão e no inverno, no calor e no frio?  Ou  existem, comprovadamente, fatores externos determinantes que poderiam facilitar ou predispor  a penetração dos micróbios  no organismo através das vias respiratórias?

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O tão propalado  fato de ficarmos durante o inverno ou no tempo  frio mais aglomerados  e   em  ambientes fechados, teoricamente parece justificar a maior incidência de gripes e resfriados nestas épocas,  mas,  é uma explicação parcial e muito fraca, pois   considera os vírus na etiologia dessas doenças.

Não explica satisfatoriamente porque pegamos muito mais resfriados no inverno ou no tempo  frio, pois, no verão ou no calor, os mesmos aglomerados ou confinamentos causam  um número expressivamente menor de problemas relacionados às infecções respiratórias  ou,  às  vezes,  nada  causam.

Por conseguinte, concluimos  que existem outros fatores atuantes, além dos vírus, na etiologia dessas doenças, isto é, influindo  tanto na deflagração da doença no organismo quanto nos mecanismos da transmissão  aérea  dos  vírus  e  bactérias.

Isto pode ser  constatado, na prática,  pelo número de atendimentos hospitalares e nos consultórios médicos, pelos professores com seus alunos nas salas de aula,  nas aglomerações  nos grandes  festivais de verão e de inverno  e nos cinemas, teatros, etc.,  ao compararmos  os efeitos  (tosses, espirros etc.) e a quantidade de  pessoas doentes nesses ambientes   nas duas estações,  ou no  tempo  frio  e  no  calor,  ou ainda,  após a entrada de uma frente fria ou na mudança brusca do tempo.

 

Então, a  antiga  recomendação médica  de se abrir janelas e portas para ventilar ou arejar  o ambiente durante o inverno ou no tempo frio para evitar os aglomerados e portanto, os  resfriados,  pode não ser um conselho muito eficaz,  a não ser que as pessoas estejam  muito bem agasalhadas,  protegidas do frio, da umidade  e  do vento.

 

Na  verdade,  os fatores ambientais influenciam decisivamente  não só a  transmissão aérea viral,  mas,  também, a  estrutura  íntima  da  membrana mucosa das vias respiratórias,  que é a camada úmida de epitélio que reveste a parte interna do nariz, garganta, brônquios etc., sempre muito  esquecida na etiologia dessas infecções,  porém,  confirmando o  que nossos avós já sabiam intuitivamente:  devemos nos proteger do frio e das oscilações climáticas bruscas se não quisermos adoecer.

Podemos, então, antever como o sol e a intensidade de sua radiação  é tão importante: tanto nos mecanismos de controle da transmissão e da quantidade  dos  vírus na atmosfera, quanto   nos mecanismos íntimos relacionados à penetração dos mesmos na membrana mucosa   e  portanto,  no  nosso  organismo. 

 

Concluimos que as  vias respiratórias são  protegidas por  um tipo especial de epitélio que produz  muco e por isto  denominado de  membrana mucosa - a mais importante  barreira contra os agentes infecciosos das vias respiratórias -  cuja integridade é fundamental quanto ao fato de pegarmos  ou  não as  infecções respiratórias. 

 

Como veremos, as doenças respiratórias não se resumem a gripes e resfriados. Existem várias outras doenças, geralmente decorrentes de gripes e resfriados,   mas,  de origem bacteriana e não viral,   porém,  que causam ainda maiores transtornos, por sua gravidade e pelas dificuldades do tratamento.

Não sendo benignas, como as primeiras, exigem um tratamento  médico mais profundo com o  uso de antibióticos e  geralmente, ocorrem como conseqüência  das  gripes  e dos  resfriados. 

São provocadas  por bactérias oportunistas, que se aproveitam da infecção viral para se implantar no organismo, produzindo doenças como: sinusites, otites, bronquites, amigdalidtes, faringites,  pneumonias, meningites, ou mesmo,  acessos de asma, que  podem ser agravados por uma gripe ou um resfriado comum.

Para estas, as técnicas  aqui   propostas  apresentam  resultados surpreendentes, pois, sem o concurso dos antibióticos,  têm conseguido  debelar, por exemplo,  muitos casos de sinusites  e  otites  pós resfriados ou crônicos   e  de  rinites alérgicas ao frio e à umidade  resistentes  aos  tratamentos  convencionais. 

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Quando nos referimos a alguém que está em vias de pegar  um resfriado, pensamos logo  na  resistência orgânica ou  no sistema imunológico interno,  nunca  na integridade  ou  na resistência  da  membrana mucosa aos vírus, cujo "jogo de forças"  com a parede da mucosa pode ser muito influenciado pelos fatores climático-ambientais quando estes ainda estão adsorvidos à membrana e portanto, ainda fora do organismo e sem a doença.

Aliás, na  maioria das vezes, o nosso sistema imunológico vai muito bem, obrigado, senão, estaríamos  continuamente   ameaçados  também   por outras doenças.   Porém,   geralmente,   os médicos preferem atribuir  tudo  a  "uma  baixa  imunidade passageira".  

Isto até pode eventualmenete ocorrer, mas, na   realidade,  o  que geralmente  acontece  às  pessoas  saudáveis  e que ficam  constantemente resfriadas,    é que  estas  deixam   de  tomar  os  devidos   cuidados    ao  se  exporem    aos  fatores citados    que  as   predispõem   às    infecções;  ou ainda,  deixam de  aplicar certas atitudes e técnicas preventivas simples   que, como veremos, serão fundamentais.  

 

No caso da gripe, que é uma doença diferente do resfriado,  já  existe há algum tempo  o consenso  entre os cientistas  de que as epidemias são mais comuns no frio, e isto tem sido sempre confirmado nos países de invernos mais rigorosos, tanto  para os  humanos  quanto para os  animais. 

Agora,  tem sido também  amplamente demonstrado através  da famosa gripe das aves, que recrudesce no inverno,  mas desaparece como surto epidêmico  nos meses mais quentes do verão, como ocorre todo ano no hemisfério norte  (veja nosso apêndice sobre o assunto). 

 

Desde tempos imemoriais  que  o homem utiliza a energia solar para os processos curativos. A helioterapia ou a cura pelo sol, ou simplesmente,  a exposição do corpo à luz solar  direta  sempre foi  praticada pelos povos antigos. Na Europa, a partir da virada do século passado e até os anos  quarenta, a helioterapia era muito popular e as clínicas especializadas se situavam nas montanhas, onde o ar é mais puro e rarefeito e os raios de sol são menos  bloqueados pela atmosfera.  Algumas doenças, como a tuberculose eram tratadas pelo ar puro e seco e pela  ação do sol no corpo, sendo que, alguns pacientes se curavam completamente.

Em 1938, a penicilina foi descoberta e com ela vieram os antibióticos que, aos poucos, se tornaram a  última  palavra   contra as doenças infecciosas provocadas pelas bactérias. Os fármacos foram se  tornando um ótimo negócio para a indústria farmacêutica, ao passo que  a  helioterapia  foi  sendo  abandonada.

 

Como veremos, a  nossa  principal  terapia  natural, a exposição da garganta (orofaringe)  ao sol,  se fundamenta  também  na   terapia  solar. 

Entretanto,  ao invés de agir somente  na superfície do corpo,  como sempre foi praticada, ou  através do estímulo luminoso nos olhos, mais  recentemente utilizada para o tratamento da SAD  ou depressão sazonal, ela   se baseia   na ação do sol atuando  na  garganta ou orofaringe e nas amígdalas  com objetivos específicos. 

 

Este é   o  único  modo possível  da radiação eletromagnética da nossa estrela penetrar efetivamente   no   interior   do  organismo através da  tela  altamente vascularizada  da  garganta. 

 

A nossa  garganta  pode ser comparada  a  uma  gruta escura que nunca  pega sol,  um  sistema muito   complexo que  recebe  constantemente,  e  principalmente,  através do ar que nela   penetra,  a  visita  de microrganismos  indesejáveis    que,  eventualmente,  podem provocar  as chamadas doenças  infecciosas  das  vias respiratórias.

Entretanto,  estas doenças  poderão ser evitadas   se agirmos antes que  os agentes infecciosos  consigam invadir  a mucosa faríngea  e nasal  ou, como  veremos,   logo  após   uma  infecção viral,  para curar  determinadas complicações bacterianas após resfriados e gripes, como: sinusites, otites, bronquites e rinites alérgicas, muito comuns na prática médica, mas, invariavelmente, de  difícil  tratamento.

Importante salientar que a mucosa da orofaringe (garganta)  é a parte mais sensivel às alterações físicas que ocorrem na superfície do corpo,  seguida da mucosa  nasal. 

A primeira, pelo  tipo de epitélio e ausência de pelos , é mais propensa à adsorção e fixação dos vírus e bactérias, enquanto que  a segunda é mais sensível aos alérgenos do ar, que provocam desde espirros a  todo tipo de reações alérgicas: ao frio, à umidade ou secura  excessivas, aos pólens e outras  substâncias irritantes.

 

Recentemente, pesquisadores ingleses concluíram que a elevação de 1°C na temperatura média  em determinadas regiões, devido ao efeito estufa, diminuiu os atendimentos emergenciais decorrentes do vírus sincicial, que ataca principalmente as crianças pequenas no inverno.  Aliás, este é  um dos poucos benefícios decorrentes da elevação  da  temperatura  no mundo, e  tem sido comprovado também  para  outras  doenças  respiratórias. 

Porém, isto demonstra de uma  forma cabal como o calor é um fator tão importante na proteção das mucosas e portanto, do  organismo contra as infecções respiratórias de origem viral, pois  uma pequena variação da temperatura  para  mais já  produz  tal efeito benéfico.

Portanto, manter o corpo sempre aquecido no inverno, ao contrário do que alguns ainda apregoam, é uma das atitudes que ajuda a manter íntegras as mucosas que nos protegem  de uma  infecção viral (gripes e resfriados)   que abrem os caminhos para as  infecções bacterianas de  maior  gravidade.

 

Da mesma forma que a pele,  que quando sofre uma lesão, pode permitir uma infecção pela  entrada dos micróbios, a mucosa desequilibrada  pela ação de fatores externos climático-ambientais também deixa de nos proteger  e  permite a  penetração dos  vírus e  bactérias no organismo provocando   gripes,   resfriados  e  outras  infecções.  

 

Ocorre,  que estes   fatores externos ambientais  agem de uma forma muito mais sutil do que quando há um corte na pele, pois as membranas  mucosas são muito mais finas e úmidas do que a membrana epidérmica (da pele)  sendo, portanto, muito sensíveis às alterações de temperatura e das cargas elétricas em sua superfície. 

Por sua vez,   as mucosas  se relacionam  com as alterações que ocorrem na  superfície  de  todo  o nosso  corpo, principalmente, as extremidades e as regiões  dorsal  (costas), da  cintura  e do tórax.  

 

Está  claro que  vírus e bactérias  estão no ar o tempo todo e que a grande barreira de proteção do nosso organismo  são  as  membranas  mucosas  e  a pele, que, aliás,  têm  a mesma  origem  embrionária  e a  mesma  função de revestimento  e proteção do corpo.

 

Tudo isto explica porque, muitas vezes,  não ficamos resfriados, gripados ou com uma outra doença infecciosa  qualquer  no meio de tanta gente infectada  ou  doente,  a  não ser que fiquemos expostos  ao  frio  ou   a outros fatores ambientais que afetam  as mucosas, predispondo,  assim,  às  doenças  respiratórias. 

Explica, também,   porque num mesmo ambiente confinado, familiar ou profissional, muitas vezes, não pegamos resfriados quando  a maioria já está com a doença; os novos vírus (estranhos ao nosso organismo)  estão certamente no  ar  e  em  contato com  as nossas  mucosas, mas não conseguem prenetrá-las por estarmos protegidos, bem agasalhados  e  aquecidos.

Explica, finalmente, como pegamos essas doenças de um instante para o outro, tão rapidamente, a partir de um descuido corporal que se traduz  num desequilíbrio   físico-bioquímico   da  mucosa   e  da  efetiva  entrada  no  interior das mesmas  dos vírus (e  bactérias), quando,  então,  já  estaremos resfriados ou infectados.

 

Existem  ainda    outros  fatores  internos de proteção do organismo  que são normalmente considerados pela  medicina  e que  podem  também  entrar em ação.  São aqueles relativos  à reação aos  vírus e  bactérias  dentro do  organismo, quando já estamos com a infecção, isto é, quando   os  microrganismos    venceram   a barreira protetora  das  mucosas  ou  da  pele e geralmente estamos  com  a  doença.

Neste caso,  as   defesas  do nosso  organismo  vão   depender exclusivamente  dos elementos veiculados pelo sangue: anticorpos do sistema imunológico, células ou glóbulos brancos de defesa  e substâncias protetoras antioxidantes, como as vitaminas, sais minerais, substâncias  nutracêuticas ou funcionais existentes  nos alimentos,   ou ainda,  medicamentos ingeridos, como    antibióticos, antigripais,  e  até,  de nosso estado  emocional.

 

Estes fatores   são  igualmente    importantes no combate  às infecções  virais  ou bacterianas, porém,  dependerão de uma reação mais lenta de um organismo geralmente  já  infectado  e  doente, ou então, de um reconhecimento rápido e eficaz de um vírus já familiar ao organismo, devido a uma infecção anterior, o que nos livrará da infecção.

 

Concluindo:  a   atitude preventiva  fundamental para se evitar as doenças respiratórias  é a manutenção do equilíbrio ou da integridade das   membranas  mucosas   das  vias respiratórias,  mantendo,   assim,   vírus  e    bactérias   fora  do  organismo.

 

As  quatro    técnicas    que  exporemos   a   seguir   visam  exatamente     esta   proteção das   mucosas  através da  manutenção do calor e do equilíbrio  do corpo  e,  portanto,  das  mucosas,   constituindo-se  em poderosas  ferramentas  naturais e   ao alcance  de  todos contra  as  principais infecções  virais  e bacterianas.

 

Importante  mencionar que, um terço dos pacientes de câncer  que vivem na Europa  já utilizam hoje alguma terapia alternativa, revelou recentemente  um extenso estudo realizado em 14 países e publicado no periódico  "Anais de Oncologia".

Na Itália, 75% dos pacientes adotam  práticas alternativas e isto, muito  provavelmente, se deve a serem estes métodos mais naturais e menos invasivos, além de normalmente  não produzirem os chamdos  efeitos  colaterais.

 

As doenças respiratórias, apesar de não terem a mesma letalidade,  constituem-se num grande problema médico e socio-econômico, principalmente aquelas provocadas pelas bactérias oportunistas e que causam as complicações dos resfriados e das gripes, como: sinusites, otites, rinites, asma e bronquites,  além de pneumonias  e  meningites, que podem começar com um simples resfriado.

Acreditamos  que  as  técnicas  alternativas   possam   ajudar  a maioria  das  pessoas a enfrentar grande  parte  desses problemas de  uma  forma simples,  natural  e  gratuita.

 

 

 

 

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