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Técnica 4 - Hiperventilação nasal

Página Inicial | Introdução | Técnica 1- Exposição da garganta ao Sol. | Técnica 2 - Fricção | Técnica 3 - Reversão | Técnica 4 - Hiperventilação nasal | Quadro-resumo das técnicas | Principais doenças respiratórias e as técnicas | Antibióticos, fármacos e automedicação | Apêndice: a gripe das aves | Fundamentos científicos

 

Atenua os efeitos do congestionamento nasal e apressa a cura de resfriados e gripes na sua fase final. Evita as dores de garganta e as complicações do resfriado como, sinusites, otites e rinites.

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Esta técnica consiste em se fazer a ventilação forçada das narinas, fossas  nasais,  faringe e  seios faciais com alguns objetivos específicos:  apressar a cura de um resfriado evitando assim  as suas complicações   e combater as dores de garganta, e ainda,  as alergias respiratórias ao frio e à umidade (rinites alérgicas) ao associar esta técnica  à técnica  1, da exposição da garganta ao sol. 

 

Esta é  uma técnica que permite agir após já  termos contraído  o   resfriado,  porém,  principalmente  em sua fase final.

Na fase inicial do resfriado ou da gripe, deve-se manter o corpo bem aquecido, se possível, repousar mais, tomar bastante líquidos, de preferência, sucos de frutas e aliviar os sintomas com os antigripais orais (nunca tome injeções ou antibióticos sem antes consultar um médico).

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Quando  estiver resfriado ou gripado e com o nariz congestionado, é importante  fazer  a desobstrução das narinas, pois, além de proporcionar um sono  reparador, que  irá ajudar  no restabelecimento do doente, esta também vai atenuar  a infecção na sua fase final,  devido  à   uma maior oxigenação nas áreas afetadas,  prevenindo, inclusive,  as sinusites e otites.

Isto pode ser feito desde o início do resfriado para aliviar o doente à noite, mas os efeitos não serão tão eficazes quanto na fase final, para apressar a cura sem as complicações  produzidas pelo catarro residual.

 

Recomendamos então, antes de dormir, o uso de um descongestionante fraco, que deve ser o infantil, mesmo para os adultos, para não irritar a mucosa nasal e que deve ser colocado, de preferência, somente à noite e com todo cuidado para não haver excessos, que podem ser perigosos para o usuário e principalmente para as crianças.

Para tal, recomendamos  o uso do descongestionante da seguinte maneira prática: equilibre uma gota do mesmo de cada vez no dedo mínimo e o introduza na narina fazendo movimentos circulares. Com isso, evita colocar excesso do remédio e ainda a contaminação do bico no caso de mais de um usuário.  Não esqueça de  lavar bem as mãos após as aplicações.

 

Como aplicar a técnica  4 – A hiperventilação.

 

Durante os resfriados, estando o nariz congestionado, pingue o descongestionante na narina afetada, espere o efeito e  logo em seguida   tampe  a  outra narina   com o dedo.  Respire em seguida  profundamente pela   narina desobstruída, soltando rapidamente  o ar pela boca. A respiração, forte e profunda,  deve ser feita no mínimo 5 vezes seguidas,  mas  pode ser repetida por mais vezes.

 

Na iminência de um resfriado, a  hiperventilação poderá  ser combinada com as técnicas 2 e 3, da Fricção e da Reversão. Muitas vezes, já há congestionamento das narinas nesta fase e a reversão poderá ser muito ajudada  pela hiperventilação, principalmente quando a garganta estiver comprometida pela dor, o chamado “ponto na garganta”, que  usualmente ocorre somente  num dos lados desta.

Resfriados e gripes, em geral, começam com o vírus  quebrando a resistência da mucosa da garganta.

Não se  estando ainda resfriado, muitas vezes,  a dor de  garganta desaparece imediatamente após a hiperventilação,  o que também  ajuda muito  na prevenção  de gripes e resfriados iminentes  e  nas conseqüências destes.

 

Um bom truque para se  evitar  colocar  o descongestionante em excesso  nas narinas é gotejar o mesmo sobre um dos dedos (de preferência o mínimo) e  levá-lo então à narina; desse modo o número de gotas pode ser controlado, evitando-se, assim,  a deglutição dos excessos, que pode ser perigosa e irritante para a mucosa do estômago.  Depois, deve-se lavar bem  as mãos para evitar contaminar os objetos  e as outras pessoas.

É sempre bom cultivar o hábito de lavar as mãos logo ao chegar da rua e antes das refeições para minimizar as contaminações virais, bacterianas e inclusive as parasitárias, muito comuns em nosso clima.

 

A técnica da  hiperventilação  não tem nenhuma contra indicação, a não ser  quanto ao abuso do descongestionante, que deve ser evitado  ao  máximo  para não viciar.  A técnica, evidentemente, pode também ser aplicada sem o uso do descongestionante nasal, estando as narinas desobstruídas. 

 

Enfatizamos que a  hiperventilação poderá sempre ser aplicada juntamente com a reversão e a fricção  nos casos da iminência de um resfriado, pois, quase sempre, este começa pela mucosa da garganta.

A   hiperventilação juntamente com a reversão combate as dores de garganta que, muitas vezes, precedem resfriados  e gripes,  quando a faringe não pode mais ser exposta à radiação solar por já  estar inflamada.

 

Não estando a garganta inflamada  e  estando  as vias respiratórias livres, a hiperventilação  pode   ser também aplicada,   juntamente com a técnica n°1  da exposição da garganta ao sol, para tratar das alergias ao frio e à umidade excessivos, as rinites alérgicas, que provocam  coriza  e  coceira  no nariz.  Este procedimento tem se mostrado  bastante eficaz  para minimizar os efeitos alérgicos  do frio nas mudanças bruscas da temperatura. O descongestionante nasal deve ser sempre o infantil  e para os mais sensíveis, apenas o soro fisiológico.

 

A Hiperventilação pode ser aplicada em qualquer local, em casa, na rua, no trabalho, na rua  e  até dirigindo, no trânsito engarrafado ou lento, ao sentir a garganta doendo ou nas crises alérgicas  e  estando as narinas desobstruídas - crie este hábito.

 

Estas são as quatro  técnicas  naturais  para  combater as principais doenças respiratórias  com  o  menor  uso possível  de medicamentos. Para facilitar a sua compreensão e  visualização   incluímos  um  quadro resumo das mesmas e as doenças relacionadas.

 

 

 

 

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